quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Um sax cinco anos depois

Neste último Natal ganhei um presentão da Anna.
Nada mais, nada menos do que um sax tenor Conductor.
Depois de estar sem tocar há uns cinco anos, vejo que preciso tomar um professor para adquirir um mínimo de destreza e competência para tocar um pouco e me divertir com os amigos.
O instrumento é uma beleza e o som é muito bonito.
Em tempo: Já consegui um professor, o Josué que é militar e toca na banda da Academia Militar das Agulhas Negras vai me dar aulas, uma por semana. Começaremos depois do dia 10 de fevereiro. Estou ansioso para começar.

Trabalho novo

Volta e meia encaro um novo trabalho como pintor digital. Aqui vai mais um que pretendo mandar este ano para o Salão da Primavera do Museu de Arte Moderna aqui de Resende.

Andar de bicicleta é que nem o 1º sutiã

Parece coisa de menino, mas troquei uma gaita diatônica Hohner por uma bicicleta de 18 marchas.
Assim como do 1º sutiã a gente nunca esquece, o mesmo se dá com andar de bicicleta. O filho da professora de ginástica da Anna estava querendo tocar gaita e tinha uma bicicleta velha encostada e toda suja na garagem de seu prédio. Feita a troca, levei a bike para dar uma geral, trocar o selim, a catraca do pinhão e o guidom e ela ficou ótima. Andei dando umas voltas na beira-rio pela manhã, mas desde que começou a temporada das chuvas tive que interromper. Outro dia fui andar de bicicleta à noite com o meu amigo Márcio Pittigliani na ciclovia às margens do rio Paraíba. À noite é melhor e mais fresco. Aí vi que tem muita gente que faz o mesmo. Deixa que acabem estas chuvas que vamos voltar lá. Outro dia me aventurei para um pouco mais longe e fui ao Fórum, na cidade, pedalando. Melhor do que ir de carro!

domingo, 18 de janeiro de 2009

Referências e citações ao nosso trabalho de tradutores

Tem aparecido na Internet algumas referências e citações ao nosso (da Anna e meu) trabalho de tradutores. Se você tiver curiosidade em vê-los, clique nos links abaixo:
A primeira é de uma entrevista do escritor e acadêmico Arnaldo Niskier ao jornal Folha Dirigida, do Rio de Janeiro, sobre o livro "Da Escola para a Vida" que traduzimos e adaptamos; a segunda é sobre alguns trabalhos que fizemos para e com o dramaturgo americano Lance Belville, traduzindo algumas peças suas e pode ser vista sob os seguintes títulos "PLAYS TRANSLATED INTO PORTUGUESE (PEÇAS TRADUZIDAS PARA O PORTUGUÊS)" em seu site; a terceira pode ser encontrada no site da Livraria Travessa, que apresenta o livro "Traves de Bambu" que traduzimos para a Editora Record. Há outra citação na Revista Veja sobre o livro "Guerra Fria" que também traduzimos para a Editora Record. E mais uma na revista Ciência Hoje sob o título Formato Clássico sobre um livro de perguntas e respostas dos leitores da revista britânica "New Scientist".

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Mais um filho

Livros são como filhos.
Este foi um trabalho que fizemos por encomenda da Altadena Comunicação e Sistemas Ltda. de nossos velhos amigos, os irmãos Jorge e Alexandre Sávio, para o CIEE-RJ - Centro de Integração Empresa-Escola do Rio de Janeiro. É um texto que Anna e eu traduzimos e adaptamos de um original americano que fala sobre a saída do estudante da escola do segundo grau e sua entrada na vida universitária e o que os calouros vão enfrentar nos próximos anos de faculdade. O desenvolovimento deste trabalho teve a participação de um ex-aluno meu, o brilhante chargista César Lobo que tive a felicidade de encontrar na Internet após uns 30 anos e sugerir como ilustrador para a obra. Ótimas as suas ilustrações. Abaixo vai apenas uma delas.

Encontrei o Tadeu

Depois de uns 20 anos, eis que descubro neste universo cibernético da Internet o meu velho amigo Jorge Tadeu Borges Leal que foi um grande colaborador que tive enquanto trabalhamos na White Martins e vejo que, passados todos estes anos temos mais algumas coisas em comum além daquelas que descobrimos ter enquanto trabalhamos juntos. Ele também canta num coral! No IBGE aonde trabalha atualmente ele faz parte do coral daquela instituição. Coloco aqui a foto dele, que é o último da direita durante o que parece ser um ensaio do seu coral. Boa Tadeu! Qualquer dia a gente se encontra num desses encontros de corais que vivem acontecendo por ai.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Trabalho novo

O prêmio que recebi no Salão da Primavera do Museu de Arte Moderna de Resende me deu estímulo para continuar com as pinturas digitais. Hoje, ao abrir minha caixa de entrada de e-mails me deparei com um convite para fazer parte de uma galeria de arte virtual internacional que viu meus trabalhos em algum lugar nesta Internet. Meus trabalhos, e o de outros artistas podem ser vistos aqui.


Este grilo é uma das últimas coisas que fiz. Tem 1 metro de largura e vou expô-lo no próximo evento que aparecer.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

DEU NO JORNAL

Acabou dando aqui no número 152 do ano 13 do jornal "PONTE VELHA" de Resende e Itatiaia de outubro de 2008.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Música de Câmara 2

A audição do Coral Arte & Emoção na Câmara Municipal de Resende foi boa embora com pouco público. Aí vão algumas fotos do evento. Neste último fim de semana (20 de setembro) fizemos uma nova apresentação na Universidade Estácio de Sá, também aqui em Resende, com o mesmo repertório que apresentamos na Câmara e foi o maior sucesso. Na primeira foto podemos ver a Anna e a Julinha, e a última foi feita enquanto eu fazia na gaita uma introdução para "Amazing Grace".



quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Salão da Primavera

Pela primeira vez participo de uma exposição de trabalhos junto com outros artistas que nem conheço ainda. É o XXXVI Salão da Primavera de Resende promovido pela Casa de Cultura Macedo Miranda (espécie de Funarte aqui do município).
Mandei três trabalhos (três peixes do conjunto que já apresentei e que está aqui no Blog, sob o título de Alguns Trabalhos Meus) e que podem ser revistos aqui. São eles os seguintes: o nº 5 CLARKI (Salmo clarki pleuriticus), o nº 16 SALMO (Salmo trutta) e o nº 18 TUCUNARÉ (Chichla ocellarias). São três quadros de 80 x 40 cm que mandei imprimir em alta definição aqui num bureau e depois levei para serem emoldurados. Para minha surpresa eles não só foram aprovados pelo juri como valeram uma "Menção Honrosa".


Fiquei bastante feliz e já estou preparando mais alguns trabalhos para o Salão do ano que vem, mas que colocarei aqui no Blog oportunamente.
O Salão será aberto ao público e a premiação será feita agora no próximo sábado, dia 14 de setembro, no Museu de Arte Moderna de Resende, às 19 horas. O problema é que às 18 horas estarei participando junto com o Coral Arte e Emoção do 1º Encontro de Corais de Resende que vai se realizar no Cinema Vitória. Terei que sair correndo de um evento e entrar no outro, tendo antes que mudar de roupa. Mas vou conseguir.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Música de Câmara

Convido todos a assistir a audição de nosso Coral Arte & Emoção "Uma Viagem através da Música Folclórica do Brasil e do Mundo Ocidental", sob a regência de Alile Cuoco. Será na quarta feira dia 13 de agôsto às 19 horas no Plenário da Câmara Municipal de Resende. A entrada é franca.
Esta apresentação faz parte do Projeto Música de Câmara e é uma realização da Câmara Cultural e da Casa da Cultura Macedo Miranda.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Quase de férias

Conseguimos uns dias de quase férias e fomos fazer uma pequena viagem à São João del Rei aonde estava acontecendo o XXI Festival de Inverno. Para lá tinham ido a Priscilla e o Ricardo para apresentar sua peça Pedro e o Lobo e realizar algumas oficinas de artes cênicas, não sei bem quais.
Priscilla deu uma oficina sobre dança indiana da qual aí vai a foto.

Não pudemos ficar lá mais do que dois dias pois mais trabalho nos esperava aqui em Resende. Assim, não pudemos assistir (mais uma vez) a representação da Priscilla. Ela ia se apresentar uns três dias depois numa cidadezinha nos arredores de S. J. del Rei. Não faz mal; já a vimos muitas vezes e sabemos de sua competência como atriz.
Na cidade estavam acontecendo vários espetáculos de várias coisas, desde conjuntos de Rock, passando por Teatro de Bonecos até leituras de poesias, além de muitas outras expressões artísticas.
Da cidade em si, que eu ainda não conhecia, confesso que não gostei. Constatei que a beleza do barroco mineiro havia sido maculada pela arquitetura contemporânea de mau gosto. Certamente por conta de prefeitos corruptos que permitiram - em troca de dinheiro - que fossem cometidas várias agressões àquele patrimônio artistico multicentenário. Além disso, e talvez por causa do Festival, achei a cidade bastante suja.
O bom foi que no segundo dia fomos a Tiradentes, que também não conhecíamos. Embarcamos na Maria Fumaça. Um trenzinho de dez vagões puxado por uma velha locomotiva a vapor Baldwin de 1912 que vai a uma velocidade baixíssima percorrendo os campos de Minas, passando por fazendas e descampados apitando sem parar espantando o gado.
Tiradentes é uma preciosidade barroca. Muito bonitinha, bem limpinha e cônscia de sua riqueza e beleza embora, como não podia deixar de ser, "turistizada" como disse meu irmão Sergio. De qualquer modo foi muito agradável passar o dia lá, almoçando uma gostosa galinha com quiabo bem mineira num ótimo restaurante. No fim da tarde voltamos para S. J. del Rei na mesma Baldwin 1912. À noite fomos assistir a um espetáculo de Teatro de Bonecos na praça e no dia seguinte de manhã voltamos para Resende.
Pequenas porém boas férias.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Parto


Como um parto, cuja gestação foi muito maior do que os tradicionais nove meses, aí está o primeiro livro da Anna publicado.
Leia a sinopse publicada no site da Editora:

"Anna Gurgel nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 17 de maio de 1941.
Aos 13 anos despertou sinais de um dom "estranho" que, de maneira compulsiva, a fazia preencher os cadernos escolares com mensagens assinadas "pelos mortos", o que lhe provocou grande acanhamento até atingir a maturidade.
A arte de escrever é sua forma de expressão em poesia ou prosa.
Como escritora é autodidata. Uma bailarina clássica que, além de dançar, sempre gostou da palavra escrita.
Já percorreu muitos caminhos na literatura escrevendo desde romances de ficção a livros de auto-ajuda, passando pelo estudo da filosofia oriebtal e esotérica com muitos poemas publicados."

Livros são como filhos


Esta é a capa do primeiro livro que traduzimos para a Editora Record. É uma coletânea de perguntas e respostas de leitores da revista inglesa New Scientist. Coisa de inglês. . . 
Nos deu a maior satisfação ver o livro na livraria. Este negócio de tradução, além de ser um trabalho muito interessante, nos faz meio co-autores das obras que traduzimos e quando as vemos nas prateleiras da livraria ficamos orgulhosos.

Este outro, também nas livrarias, foi um trabalho que nos deu muita satisfação. É um trabalho da escritora e pesquisadora Amy Knight no qual ela especula sobre a deserção de um criptógrafo da embaixada soviética em Ottawa (carregando alguns documentos supostamente secretos) que teria dado início às tensões entre o chamado "mundo livre" e a Russia após a Segunda Guerra Mundial. É uma história de personagens reais, baseada em documentos pesquisados pela autora nos arquivos do FBI, do MI 5 e em outras fontes oficiais. Tem lances meio rocambolescos quase cinematográficos. 
Depois desses dois vieram outros, que assim que saírem colocarei aqui uma reprodução das capas e escreverei algo sobre o que foi trabalhar neles.

terça-feira, 29 de julho de 2008

Back on the road again

Estou de volta após um período de trabalho mais ou menos longo que começou com a tradução de um livro muito interessante sobre a construção do Canal do Panamá para a Editora Record e que teve que ser interrompido devido à nossa mudança de endereço, pois o apartamento em que morávamos foi pedido pelo proprietário e tivemos que procurar outro enquanto o proprietário ficava nos azucrinando pelo telefone nos perguntando quando íamos nos mudar. Afinal conseguimos um apartamento de 2 quartos melhor do que aquele de 1 quarto onde morávamos e onde pudemos arrumar o nosso escritório com mais conforto para trabalhar. Foi aquela trabalheira de embalar tudo, fazer a mudança, desembalar tudo e rearrumar tudo no novo endereço. Mas no final das contas ficou bem simpático. 
Voltamos ao Canal do Panamá, e antes de terminá-lo veio um novo trabalho do Itamaraty com um prazo curto. Paramos o Canal do Panamá mais uma vez e mergulhamos no Suriname, que era o assunto do tal trabalho do Itamaraty. Entregamos o trabalho e voltamos para concluir o Canal do Panamá. Nem bem tínhamos acabado de entregar quando pintou um novo trabalho. Desta vez da Altadena de nossos amigos Jorge e Alexandre Sávio. Uma tradução/adaptação de um manual para estudantes que ingressam na vida universitária. Ufa!
Mas tudo isso foi bom e nos manteve em grande atividade durante estes últimos 3 meses.
Neste meio tempo recebemos dois exemplares do livro "Como Começou a Guerra Fria" de Amy Knight que traduzimos para a Editora Record e que acaba de ser lançado. Ainda falta o lançamento de um livro da Record sobre a vida de Carlos Magno que traduzimos antes daquele do Canal do Panamá.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Cheio de trabalho

Não tenho postado nada ultimamente. Ando, junto com a Anna, muito ocupado traduzindo para a Editora Record um livro interessantíssimo sobre a epopéia que foi a construção do Canal do Panamá. O original, de autoria de Matthew Parker chama-se Panama Fever - the battle to build the canal. Já deu para perceber a truculência americana (desde aquela época) em tomar posse de lugares com grande potencial estratégico sem quaisquer escrúpulos (tal qual continuam fazendo ainda hoje pelo mundo afora). Em alguns lugares como no Vietnam eles perderam, como também estão perdendo no Iraque (embora não admitam). No Panamá, à epoca da construção do canal eles escravizaram caribenhos pobres e negros que morreram - mais de 25.000 - para que os Estados Unidos se apossassem do canal por 99 anos, a partir da chamada 'doutrina de Monroe' que dizia, "A América para os americanos", só que não dizia que era para os americanos do norte.
Assim que eu tiver uma folguinha voltarei às minhas postagens.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

47 Bem vindo Aventureiro Venturoso


No último dia 23 de fevereiro, às 12.00 como estava marcado, no mesmo lugar de onde tinha saído uma vez para a sua viagem de circunavegação pelo Brasil numa pequena moto de 125 cc, isto é, frente a farmácia de Visconde de Mauá, fui receber meu amigo Sergio Zurawel que voltou de sua viagem de motocicleta, desta vez numa possante Kawasaki 650 trail, de uma cidadezinha da California chamada Seal Beach até Visconde de Mauá. 20.000 quilômetros de pura aventura. Amanhã estaremos juntos outra vez. Ele, que está em Mauá, vai descer aqui para Resende para uma consulta com o dentista e depois passará aqui por casa para contar suas peripécias de viagem e para tomarmos um bom vinho. Bem vindo, Sergio.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Bloco das Piranhas 2

Bernardo Ferreiro, pego em flagrante pela câmera de Juca Keller, num Carnaval no início dos anos 80, no desfile do Bloco das Piranhas (ver postagem 28 Bloco das Piranhas) do qual ele era o presidente de honra. Bernardo é velha amizade de mais de 40 anos. Homem de muitos talentos, galante, refinado e elegante. Sabe como apreciar e tirar o melhor partido dos prazeres que a vida tem lhe oferecido. Arquiteto, decorador, designer, músico, carnavalesco, bon vivant, e muitos outros adjetivos que me faltam para qualificá-lo. Sobretudo um ótimo camarada, pessoa carinhosa que jamais vai te deixar na mão. Além de tudo isso é excelente gourmet, gourmand e grande restauranteur. Durante um certo tempo teve um restaurante de "cozinha autoral" como ele gostava de chamar, em sua simpática casa nas fraldas do morro do Abílio, perto da velha caixa d'água colonial. Altas comidas, comensais importantes. Sempre que eu ia a Niterói fazia questão de ir lá visitá-lo. As histórias sobre ele são sempre muito engraçadas. Entre outras, tem aquela em que ele estava viajando pela Europa e entrou num restaurante na Alemanha (sem saber falar qualquer palavra na ligua de Goethe). O garçom lhe apresentou o cardápio com aquelas palavras enormes escritas em alemão, evidentemente. Ele devolveu o cardápio ao garçom e pediu com a maior tranquilidade: - "O Salzicha!" (como no anúncio da Sadia que a televisão veiculava). O garçom foi lá para dentro da cozinha do restaurante e voltou com um prato com belo salsichão. O restaurante era uma salsicharia. Figuraço, grande amigo. Campenon Bernard.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Au revoir Henri (Henri Gabriel Salvador - *18/07/1917; +13/02/2008)

"Henri vient de rejoindre Tom Jobim, et ils sont sûrement déjà en train de composer..."




clique aqui nesta linha lilás para ver e ouvir Henri Salvador cantando Dans mon île
http://www.youtube.com/watch?v=JDzz2KGuyH0

Dans mon île


Dans mon île
Ah comme on est bien
Dans mon île
On n'fait jamais rien
On se dore au soleil
Qui nous caresse
Et l'on paresse
Sans songer à demain
Dans mon île
Ah comme il fait doux
Bien tranquille
Près de ma doudou
Sous les grands cocotiers qui se balancent
En silence, nous rêvons de nous.

Dans mon île
Un parfum d'amour
Se faufile
Dès la fin du jour
Elle accourt me tendant ses bras dociles
Douce et fragile
Dans ses plus beaux atours
Ses yeux brillent
Et ses cheveux bruns
S'éparpillent
Sur le sable fin
Et nous jouons au jeu d'Adam et Eve
Jeu facile
Qu'ils nous ont appris
Car mon île c'est le Paradis


(Henri Salvador, 1957)



segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Tamanho é documento




Depois de 20 anos trabalhando com computadores - ao longo desse tempo já tive vários - começando por um "poderosíssimo" PC 286 com 1 Mb de RAM e um disco ríígido, que naquiela éépoca chamava-se Winchester de 40 Mb rodando DOS 6, em 1988, e trocando de máquina sempre que era po$$ível. Acho que quem sempre trabalhou com computadores do tipo PC usando o velho "Ruíndous" desde que ele surgiu, no fundo, no fundo, sempre teve um desejo recôndito de possuir um Macintosh, principalmente aqueles como eu que trabalham desenhando. Afinal os Mac foram projetados para desenhar, enquanto que os PCs só fazem contas e as transformam em outras coisas, até em desenhos, mas tendo uma trabalheira dos diabos para fazer isso. Finalmente em abril de 2007 minha filha Priscilla me trouxe da Itália um Mac Mini, um computadorzinho prá lá de poderoso, com um processador Intel Core Duo de 1.83 GHz e 1.8 Gb de RAM, rodando o OS X. É inacreditável que tudo isso, mais um superdrive que lê e escreve CDs e DVDs possa caber numa caixinha de alumínio escovado tão pequena de 16 x 16 cm de lado e 5 cm de altura. Mas o bichinho é brabo que só. Muito rápido e tem programas ótimos. Desde que ele chegou não quis mais saber de meu PC, um velho Frankenstein de 500 MHz que foi sendo montado de pedaços de outras máquinas mas que foi muito fiel. Ainda o conservo, pois nunca se sabe. . .